Notícias Rastreabilidade de Medicamentos

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No Brasil, a Lei 13.410, de 28 de dezembro de 2016, juntamente com a RDC 157, estabelece que a indústria farmacêutica terá até abril de 2022 para implementar a rastreabilidade em sua cadeia de medicamentos prescritos. Este sistema deverá estar conectado ao banco de dados central chamado Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM), criado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a fim de trazer mais qualidade e segurança para o consumidor final. Através desse procedimento, a indústria poderá traçar o histórico e localização de cada medicamento, evitar fraudes e fazer recall com mais precisão e menos recursos.

A implementação da rastreabilidade acontece através da serialização e agregação dos produtos. Isso significa que medicamentos receberão uma identificação única impressa nas embalagens, denominada como ‘Identificador Único de Medicamentos” (IUM). O IUM é composto por:

  • GTIN;
  • Código de registro do medicamento segundo a ANVISA;
  • Número de série;
  • Data de validade;
  • Identificação do lote;

Uma vez serializados com essas informações, os produtos passam pelo processo de agregação que consiste em atrelar um ou mais IUM a uma emabalagem de transporte, isto é, cartuchos atrelados à uma caixa de embarque.

Devido à complexidade de um projeto destes, empresas consideraram prazos de 8-11 meses por linha, envolvendo as mais diversas áreas, como Engenharia, Produção, TI, Manutenção e Marketing. Como líder no mercado de rastreabilidade, a OPTEL conta com quase 30 anos de experiência para ajudar a indústria farmacêutica nessa adaptação.

Entre em contato com um de nossos especialistas para fazer uma avaliação de sua linha e aprender mais sobre o procedimento.

 

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